Pensado há alguns dias, escrito hoje.
Uma noite de sono, um almoço, um selo de despedida, um abraço apertado, uma tarde com os amigos, um fim de semana na praia, um carnaval na serra, uma noite de sexo, um chiclete ou um bombom qualquer, um sorvete que se derrete, ou um picolé, o avião ao decolar, o avião ao aterrissar, o frio na barriga, o orgasmo, a chuva à noite, o loop da montanha-russa, um livro bom, um bom livro, um disco legal, um show legal, um filme bom, uma peça boa, a companhia de alguém...
Seria a efemeridade uma condição sine qua non para o prazer?
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